terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Pequenos Cientistas

Uma das minhas maiores preocupações em relação ao desenvolvimento da Alice, é oferecer a ela todos os estímulos necessários, proporcionar a ela tudo o que pode auxiliá-la, na intenção de diminuir o seu atraso.
 
Confesso que por um tempo estava quase neurótica com isso, pensando sempre em mais e mais e achava que apesar de ela ter uma agenda super lotada, ainda parecia que faltava alguma coisa. Até que um dia, numa consulta com o psicólogo, ele me disse que eu deveria estimular sim, mas deveria dar a ela o tempo e a oportunidade de mostrar o que ela estava aprendendo e assimilando.
 
Muitas vezes fiquei tão preocupada com técnicas, métodos, atividades, que as brincadeiras se tornavam exercícios e muitas vezes ela não queria fazer. Claro, pois pensa na chatice que deve ser toda hora alguém lhe dizendo: -Faz assim, desse jeito não, olha pra mamãe!
 
Claro que não podemos ignorar a necessidade de maior estímulo que ela tem. Mas na maioria das vezes, basta deixar ela simplesmente brincar. Explorar da sua maneira, descobrir no seu tempo.
 
Eis que um belo dia, me deparo com um vídeo que eu achei interessantíssimo e muito verdadeiro e só veio confirmar as minhas reflexões. Ali eu vi que às vezes o excesso de preocupação nos atrapalha, e atrapalha sim o desenvolvimento dos nossos filhos. As coisas são mais simples do que costumamos achar que são. Temos o costume de complicar.
 
Abaixo o link segue o vídeo que me ajudou a abrir os olhos:

Vale muito a pena tirar 5 minutinhos para assistir, principalmente se você tiver crianças em casa.

https://www.facebook.com/video.php?v=805715369502416&pnref=story


Hoje me preocupo muito mais que ela possa brincar, explorar, descobrir do que ficar insistindo que faça as coisas de determinadas "formas", ou, do "jeito certo".

Imagem da internet


Mamãe também a oportunidade de aprender todos os dias, mesmo com seus próprios erros.


 

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